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FORAM 120 PROJETOS INSCRITOS

Conheça os projetos da categoria PRESENTE

Felipe Sá

Brota no Clima

Sobre o projeto:  

O Brota no Clima é um programa de educação e comunicação climática e ativista inteiramente online e gratuito que visa fortalecer jovens das periferias e favelas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro para que possam ter a escolha de se mobilizarem e se engajarem na luta contra a crise climática em seus territórios. Sua programação foi desenhada a fim de garantir a participação ativa de todos os 25 participantes, sendo dividida em 4 ciclos que compreendem etapas de nivelamento - já que o programa inclui pessoas que ainda não estavam familiarizadas com a agenda climática - e de introdução de e aprofundamento em temas (como racismo ambiental) que fazem parte das realidades das periferias e favelas da Região Metropolitana do Rio, promovendo debates sobre os mesmos com convidados. Após 3 ciclos que apresentaram conceitos básicos relacionados à mudança do clima, conectaram a ciência climática e o território periférico da Região Metropolitana do Rio e introduziram os jovens aos conceitos e ferramentas de ativismo, advocacy e lobby, chega o 4º e último ciclo do Brota no Clima: a hora de construir projetos de comunicação que conectem clima e seus territórios sob suas perspectivas. Em 4 grupos, os "broters" desenvolvem a(s) história(s) que querem contar usando plataforma diferentes. No momento, eles estão finalizando seus projetos. Um grupo está fazendo um jornal, um está criando um podcast, outro um mini-documentário e outro uma campanha para redes sociais. Todos tiveram autonomia para definir qual(is) aspecto(s) da crise climática abordar e como fazer a conexão com as suas realidades, garantindo que fossem donos de suas narrativas. Tudo será divulgado em breve (começando em março). Eles têm a opção de darem continuidade aos projetos que construíram mesmo após o encerramento da edição do programa.

Área: Educação

Público alvo: Juventude periférica da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

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Ana Pinho

Coalizão pelo Clima SP

Sobre o Projeto:  Somos uma articulação democrática, plural e suprapartidária. Existimos para construir coletivamente formas de luta frente à crise climática.

Área: Educação, mobilização e conscientização

Público alvo: Sociedade civil paulistana/paulista

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Fernanda Matos

Água e Gênero

Sobre o Projeto: 

Dados compilados por gênero podem colaborar para subsidiar a elaboração de políticas para fortalecimento da democratização na gestão da água, o qual demanda a superação de desafios como o combate a desigualdade de gênero, a mensuração das lacunas sociais existentes nos espaços estudados, a qualificação do debate sobre tema, bem como o cumprimento do compromisso assumido para o atingimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em especial, a conexão entre o ODS 6 e 5.

A apresentação dos dados já aponta a necessidade de diálogos, esforços conscientes, como ações afirmativas e políticas direcionadas, serão necessários para garantir a participação significativa de grupos excluídos (especialmente mulheres) nos arranjos de governança. Para tanto, envolver as mulheres na gestão das águas, considerando a tomada de decisões e implementação, pertinentes requer fornecer capacitação para sua participação e cumprimento de novas responsabilidades. Para se obter igualdade substantiva entre os membros, além da capacitação, é preciso atuar para reduzir as barreiras de acesso e permanência nestes espaços.

 

As demais atividades em desenvolvimento alinha-se nessa estratégia de ampliação da participação das mulheres nestes espaços colegiados.

Área: Recursos Hídricos

Público alvo: Comitês de Bacia; estudantes e pesquisadores; órgão gestões pertencentes aos sistema de nacional de gerenciamento de recursos hídricos; organizações voltadas para os estudos e ações de gênero.

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Bibiana Haygert

Clímax Newsletter

Sobre o Projeto: 

A Clímax é uma newsletter sobre a crise climática escrita na primeira pessoa. Por vezes uma curadoria de notícias, por vezes reflexões e discussões, sempre com um toque pessoal e uma pitada de ecoansiedade.

Área: Meu projeto trata de todos os temas relacionados à crise climática

Público alvo: Não foco em nenhum nicho. Meu objetivo é alcançar aqueles que não conseguem se conectar muito com o tema através da mídia tradicional. Hoje recebi um email de um leitor que me fez decidir me inscrever neste prêmio e que me parece resumir o meu objetivo. Ele dizia o seguinte: "Embora me preocupe a questão climática, confesso que meu interesse pelo tema muitas vezes esbarrava numa dificuldade com os termos técnicos - acho que dei azar de nunca encontrar uma leitura mais gentil sobre o assunto. E a Clímax tem estreado isso em mim, e tem sido muito bom, tanto como experiência de leitura (a construção dos textos é impecável), quanto como início de caminhada para entender melhor o assunto."

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Beatriz Pagy

Clima na Eleição

Sobre o Projeto: 

Escopo do projeto: O Clima de Eleição é um projeto independente e suprapartidário que visa levar a agenda climática para o centro do debate público, focando nossa incidência em tomadores de decisão, candidaturas, partidos políticos e eleitores.

 

O Clima de Eleição possui três caminhos de atuação:

 

1) Pesquisa e comunicação: Ajudamos a sociedade civil a entender como contribuir para ação climática em suas cidades, territórios, estados e comunidades. Desde o início do projeto publicamos duas pesquisas e um mapa interativo para consulta sobre como planos de governos das capitais brasileiras reconhecem a existência da crise climática; uma cartilha sobre consulta aos planos de governo; um e-book sobre clima e eleições, disponibilizados em nosso site.

 

2) Capacitação e conscientização: Oferecemos capacitações sobre a agenda de mudanças climáticas com ferramentas práticas para transformar esses conteúdos em políticas públicas de adaptação e mitigação para futuras lideranças públicas, especialmente candidaturas nas eleições municipais. O curso sobre clima e cidades chegou em todas as regiões e biomas do país, com 597 pessoas inscritas, dentre eleitores e candidatos. 401 dessas pessoas eram candidatas de 27 dos 33 partidos políticos brasileiros, em 24 estados federais e em mais de 250 cidades. Além disso, também organizamos aulas abertas disponíveis em nosso canal do YouTube.

 

3) Advocacy: Articulamos partidos políticos e lideranças públicas que ao se inscrever no curso, candidaturas se comprometem a integrar a agenda climática em suas pautas caso sejam eleitas. Também fazemos monitoramento das lideranças que fizeram o curso para garantir o impacto a longo prazo. No fim da campanha de 2020, 21 alumni foram eleitos em 19 municípios de quatro regiões do Brasil. Essas lideranças vão passar por acompanhamento de nossa equipe para que construam políticas públicas climáticas para suas cidades.

 

Em suma, o Clima de Eleição é o primeiro projeto brasileiro a levar a agenda de clima para o debate municipal em escala nacional com a possibilidade de ser escalado para o nível global.

Área: Advocacy, educação, participação social, políticas públicas, eleições, governos subnacionais

Público alvo: Lideranças públicas do legislativo e executivo de governos subnacionais; candidaturas nas eleições municipais de 2020; partidos políticos; e eleitores.

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Sabrina Mariel Corrêa da Silva

Lives sobre Mudanças Climáticas e Resiliência Alimentar

Sobre o Projeto: 

Diálogo sobre mudanças climáticas e resiliência alimentar

Área: Educação

Público alvo: Sociedade em geral e gestores e líderes de empresas.

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Clara Barros Bueno

Verdeante

Sobre o Projeto: Esse blog foi criado há muito tempo (em 2007) e é um trabalho contínuo de tentativa de conscientização do público, procurando chegar às pessoas com uma linguagem simples sobre o meio ambiente próximo que nos rodeia, mudanças climáticas que têm sido um dos principais focos e também levando o assunto da agronomia (algo que eu estudo) e produção de alimentos para uma discussão aberta, para além da fazenda. Apesar de tantos conteúdos diversos que são abordados no blog Verdeante, todos são interligados de alguma forma, assim como na natureza.

Área: Educação, Agricultura e Sustentabilidade

Público alvo: Não há um público alvo em específico, mas acredito que desde adolescentes a adultos curiosos sobre o assunto possam ser alcançados.

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Cristina Mendonça

Como ganhar dinheiro no mercado financeiro e ser indutor de prosperidade?

Sobre o Projeto: 

Criação de série com 3 blogs, entrevistas com profissionais do setor financeiro e participação num dos maiores eventos de finanças no Rio de Janeiro em fevereiro de 2020, https://investsmartxp.com.br/onde-investir-2020/.

 

No evento, onde entrevistei profissionais do setor de finanças e filmei um curto vídeo, escolhi painel onde havia mais de 2.000 participantes para expor os organizadores do evento e líderes do mercado financeiro em como estão desalinhados com as necessidades demandadas pela crise ambiental e social. Neste evento, promovido pela XP, em nenhum painel o tema de sustentabilidade, ou crise climática foi considerado. Em nenhum stand que percorri o tema foi integrado nos produtos financeiros que vendiam.

 

Um ano depois, março 2021, a XP organizou novo evento, agora virtual 100% focado em investimentos ESG (meio ambiente - social - governança)

Área: Finanças e investimentos sustentáveis, consumo consciente, desenvolvimento humano, mobilização de pessoas.

Público alvo: Indivíduos que têm condição de realizar economias em instituições financeiras e profissionais do setor financeiro e de regulação.

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Maria Cristina Bortot

Responsabilidade Social

e Mudanças Climáticas

Sobre o Projeto: 

As empresas não estão alheias às mudanças climáticas, nem à causa do problema, nem à sua solução. Portanto, constitui um desafio para a Responsabilidade Social Corporativa.

Área: Educação

Público alvo: Estudantes e empresas.

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Nelzair Araújo Viana

SOPRAR SALVADOR

Sobre o Projeto: 

A gestão de qualidade do ar em grandes centros urbanos exige uma mobilização ampla de recursos, partindo da estruturação de inventários de emissões, avançando para programas de monitoramento, modelagem e governança focada na comunicação de risco e mitigação. Garantir melhores condições de qualidade do ar contribui para melhoria de diversos indicadores de saúde pública, como aumento na expectativa de vida, além de promover co-benefícios associados à redução de impactos das mudanças climáticas.

 

O projeto SOPRAR/Salvador é um exemplo de ação em gestão de qualidade do ar com base na articulação intersetorial.  O Sistema de Previsão da Qualidade do Ar de Salvador (SOPRAR/Salvador) é resultante de um projeto de inovação e ação intersetorial com poder público local, liderado pelo Instituto Gonçalo Moniz - Fundação Oswaldo Cruz (IGM-FIOCRUZ), sob coordenação da pesquisadora Dra. Nelzair Vianna em parceria com a empresa europeia ARIA Technologies e apoio da CETREL S.A. O projeto foi viabilizado pelo fundo de investimento alemão DEG - KfW Bankengruppe com contrapartida de ARIA Technologies e suporte do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

 

SOPRAR/Salvador é uma ferramenta de mapeamento da qualidade do ar, que considera os aspectos físicos e dinâmicos que regem o transporte de poluentes atmosféricos resultando em concentrações nocivas. Baseia-se em uma cadeia de modelos numéricos atmosféricos (WRF-CHIMERE) que representam os processos físico-químicos, a meteorologia e a dispersão dos poluentes na área de interesse. As simulações de transporte e química atmosférica (CHIMERE) são processadas diariamente produzindo mapas de previsão de concentrações de seis poluentes diferentes, incluindo material particulado inalável fino (PM2.5) e ozônio (O3), além de indicadores de qualidade do ar (baseados na metodologia da CETESB) para as próximas 48h com resolução de 3km.

 

O plano de trabalho foi dividido em 6 etapas, coordenadas com treinamentos oferecidos a gestores e parceiros de diversos setores, buscando transferência de tecnologia e capacitação das instituições locais. Esta abordagem permitiu a ampliação da percepção de riscos, promovendo uma base para ações locais de gerenciamento de riscos. Uma das questões importantes é que o SOPRAR/Salvador  forneceu subsídios para a ativação de protocolos de serviços de comunicação e proteção relacionados à qualidade do ar a serem elaborados no futuro e integrados na operação de serviços de Defesa Civil (como por exemplo, Centro de Monitoramento e Alerta de Defesa Civil – CEMADEC/CODESAL), ampliando o monitoramento de risco ambiental em diferentes áreas da cidade.

 

A partir da consolidação embasada em uma política de gestão de qualidade do ar em Salvador, com a inclusão no Plano de Adaptação e Mudança Climática de Salvador (PMAMC), que integre o monitoramento e a comunicação de risco à saúde,  o sistema irá evoluir para uma versão para acesso público, aliada a uma estratégia de protocolos de ações focados na promoção de saúde. Este projeto integra as estratégias de resiliência de Salvador, programa que prepara a cidade para melhor adaptação aos choques e tensões, bem como preparação para a redução de impactos das mudanças climáticas. A articulação com o poder público local foi um resultado importante da ciência no contexto da ação.

Área: Poluição do Ar

Público alvo: Projeto para suporte em políticas públicas com alcance para toda a população.

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Flávia Bellaguarda

LACLIMA - Latin American Climate Lawyers Initiative

for Mobilizing Action

Sobre o Projeto: 

A LACLIMA atua em 04 eixos: Capacitação, Pesquisa & Desenvolvimento, Awareness e Advocacy. Dentro do eixo de Capacitação, a LACLIMA promove cursos, treinamentos e webinários em parceria com instituições de ensino, think tanks e associações relevantes, como o Instituto Clima e Sociedade, PUC-RJ, Conectas Direitos Humanos, Instituto Ethos, Observatório do Clima e o Instituto O Direito por um Planeta Verde.

 

Na frente de Pesquisa & Desenvolvimento, em 2020 foram criados cinco Grupos Técnicos da LACLIMA, com cerca de 150 membros, divididos nas seguintes temáticas: Litigância, Agricultura, Justiça Climática e Mobilidade Humana, Mercado de Carbono e Financiamento Climático. Cada um desses grupos produz conteúdo jurídico prático e relevante para o desenvolvimento do direito das mudanças climáticas no Brasil. Com o apoio de seus membros e dos GTs, e em parceria com outras instituições, a LACLIMA elabora notas técnicas com pareceres jurídicos sobre diversos temas relacionados ao direito das mudanças climáticas.

 

Além disso, por meio das redes sociais e com o apoio de seus membros e membras, a LACLIMA vem elaborando e compartilhando conteúdo educativo para o público geral, com noções básicas sobre o regime internacional e nacional de governança climática e sobre as ferramentas de gestão de clima sob a perspectiva do setor privado.

 

Por fim, também faz parte da atuação da LACLIMA a articulação com os stakeholders relevantes na formação e cumprimento da política climática do Brasil, incluindo no âmbito do Legislativo, de forma consistente com a implementação do Acordo de Paris da ONU. Nesse contexto, no final de 2019, a LACLIMA participou do processo de revisão da Política Nacional de Mudanças Climáticas promovido pela Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal, apresentando documento com suas considerações detalhadas; bem como vem participando de discussões sobre projetos de lei relacionados à agenda climática no Brasil.

Área: Educação/ Network/ Direito/ Políticas Públicas

Público alvo:  O público alvo para fazer parte da rede são estudantes de direito e atuantes na área. A LACLIMA visa disseminar conhecimento e apoiar a construção das bases legais para a descarbonização das economias e para o enfrentamento dos efeitos da crise climática na América Latina, seja sociedade civil, governos, empresas.

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Vanessa de Oliveira

PROPOSTA DE DESENVOLVIMENTO DE CRITÉRIOS PARA PRÁTICAS DE GESTÃO SUSTENTÁVEL NAS LICITAÇÕES DA REITORIA NO INSTITUTO FEDERAL DO RIO DE JANEIRO-IFRJ

Sobre o Projeto: 

O intuito foi pesquisar in loco um problema que já era uma suposição, a ausência de um planejamento de compras sustentáveis, descobriu-se a ausência de conhecimento da grande maioria, falta de uma política institucional e incentivo da alta gestão para sua implantação. Diante disso, foi criado um manual, que está em vias de ser publicado, onde constam informações necessárias e importantes para serem utilizados no planejamento das compras e também para sua aquisição e contratação de serviços.

Área: Educação, reciclagem, reaproveitamento, uso correto de recursos, proteção ao meio ambiente e ao clima.

Público alvo: Servidores públicos, funcionários públicos e todos os profissionais envolvidos com compras, direta e indiretamente.

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Mônica Laís Storolli

1º Seminário de Meio Ambiente e Sociedade

Sobre o Projeto: 

A participação no Seminário de Meio Ambiente e Sociedade e discussão sobre o papel dos municípios na gestão ambiental municipal

Área: Educação 

Público alvo:  Estudantes e servidores públicos que atuam na área ambiental

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Laura de Morais Andrade Coutinho

TEDx Savassi Countdown 2020

Sobre o Projeto: 

Em 10 de outubro de 2020, hospedamos um evento virtual para ouvir os principais pensadores e realizadores brasileiros e internacionais sobre como pode ser um futuro saudável, abundante e com emissões zero; exemplos emocionantes de progresso real em andamento; e razões poderosas pelas quais este momento pós-crise é a hora de agir.

Área: Energia, transportes, materiais, alimentação e natureza. 

Público alvo: Pessoas que falam português.

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Luana Ferreira

Sustentabilidade e Normose:

um caminho para a mudança

Sobre o Projeto: 

“Normose” é um termo da psicologia que diz da naturalização e automatização de comportamentos que são nocivos às pessoas e à sociedade.

Ser normótico é viver uma vida tão automatizada que não cabe o questionamento para aquilo que nos adoece e entristece e, também ao nosso ambiente.

A pesquisa buscou entender o termo e criar a hipótese de que essa patologia pode ser, também, um motivo para o distanciamento da sociedade civil com o tema da sustentabilidade.

Para alimentar esse debate foram feitas entrevistas com pessoas de diferentes perfis.

Essa discussão foi apresentada em um trabalho de conclusão de curso em Gestão Ambiental.

Área: Educação

Público alvo: Academia.

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André Mafra Calderan

SustentAção

Sobre o Projeto: 

 O SustentAção é um grupo organizado por líderes da realidade climática após o treinamento global de agosto de 2020, que tem como objetivo a difusão de conhecimentos e o engajamento de diversos atores sociais sobre a pauta das mudanças climáticos, do meio ambiente e suas interfaces com a sociedade, através de 5 eixos principais: Comunicação, Advocacy, Educação, Eventos e Estudos e Pesquisas. Nosso público-alvo é a população de modo geral, mas especialmente professores, gestores públicos e empresários. Dentre os projetos já realizados estão o Soluções para o Clima, Ciclo de Palestras, Encontros com Líderes da Realidade Climática, parcerias institucionais com universidades e gestores públicos, realização de um evento no norte do país em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (1º Seminário Meio Ambiente e Sociedade), realização de oficinas educacionais (educação ambiental e a próxima sobre mapas colaborativos), já estamos construindo um site e futuramente e planejando a possibilidade do lançamento de um livro sobre mudanças climáticas, meio ambiente e sociedade.

Área: Após o treinamento global de Agosto de 2020, nosso grupo (Table 307) uniu os diversos talentos do grupo principalmente em atividades de educação, divulgação científica e advocacy, sobre os diversos temas que são contemplados pelas dinâmicas das mudanças climáticas.

Público alvo: Toda a população em geral, especialmente professores, gestores públicos e empresários. 

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Sérgio Guimarães

Covid, enchentes e desmatamento - o drama

do Acre e da Amazônia

Sobre o Projeto: 

Correlação entre o clima hostil (secas e enchentes na Amazônia)  e o desmatamento.

Área: Comunicação

Público alvo: Sociedade e tomadores de decisão.

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Adriana Bocaiuva

Adaptação Climática

na Gestão Hídrica

Sobre o Projeto: 

O projeto pretende implementar programa de capacitação sobre mudanças climáticas voltado ao desenvolvimento de atores da gestão hídrica, a fim de capacitá-los e comprometê-los com a incorporação aos programas, planos e políticas relacionados à gestão de recursos hídricos de temas relacionados às mudanças climáticas - como a mitigação dos impactos relacionados aos eventos climáticos extremos e a incorporação de metas para a proteção do sistema climático global.   Os primeiros 6 meses [ até julho de 2021]  do projeto são dedicados às seguintes atividades/ subprodutos: mapear líderes climáticos que atuem na gestão hídrica convidá-los a colaborar para o projeto;  mapear agenda de eventos para apresentação do projeto; bem como de oportunidades - dentro da gestão hídrica - para atuação de líderes climáticos para difusão de dados e programas relacionados à mudanças climáticas [ como a revisão e elaboração de planos de bacia, a elaboração e revisão de legislação - como o plano Diretor do Rio de Janeiro] ; incentivo da inscrição de atores da gestão hídrica na formação de líderes climáticos América Latina; curadoria de informação técnica para elaboração de documento digital para capacitação de gestores hídricos no tema Mudanças Climáticas. 

Área: Gestão de recursos hídricos

Público alvo: Atores da gestão de recursos hídricos brasileira.

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Julio Francisco Dantas de Rezende 

Construção sustentável e sustentabilidade no semiárido - CSSS

Sobre o Projeto: 

Sob a perspectiva de compreender a propriedade rural como um objeto de pesquisa foi desenvolvido o projeto Construção sustentável e sustentabilidade no semiárido - CSSS que se caracteriza pelos seguintes pilares-fundamentos:

- Construção sustentável,

- Gestão de resíduos,

- Preservação da biodiversidade e do ecossistema,

- Capacitação, participação e inclusão social, 

- sustentabilidade para a propriedade rural: agricultura orgânica, convivência com a seca e o aquecimento global e gestão de recursos hídricos, e

- Políticas públicas.

Detalhar-se-ão os objetivos e ações de cada um dos pilares mencionados.

Construção sustentável: Ensinar as pessoas a desenvolverem uma capacidade de construir utilizando garrafas plásticas, melhorando-se assim a convivência com a seca, à medida que a comunidade desenvolve competências para a construção sua própria habitação.

Gestão de resíduos: Ensinar as pessoas a desenvolverem uma capacidade de saber realizar a sua gestão de resíduos, garantindo assim a correta segregação de resíduos e proporcionando geração de renda a partir da destinação e criação de produtos artesanais provenientes dos resíduos.

Preservação da biodiversidade e do ecossistema: O projeto busca educar as comunidades quanto à preservação da flora e da fauna da caatinga.

Capacitação, participação e inclusão social: Foram desenvolvidos projetos voltados à educação e sustentabilidade, agricultura orgânica, construção sustentável e desenvolvimento de trabalho em equipe. Essas atividades contaram com a participação de professores, alunos e pessoas da cidade de Caiçara do Rio dos Ventos (RN). Buscou-se avaliar coletivamente iniciativas e dinâmicas que colaborem para se evitar o êxodo rural.

Sustentabilidade para a propriedade rural: agricultura orgânica, convivência com a seca e o aquecimento global e gestão de recursos hídricos: É necessário que se identifique como a propriedade rural pode ser mais produtiva. Foram desenvolvidos cursos sobre a agricultura orgânica atendendo a 30 agricultores da região de Caiçara do Rio do Vento.

Políticas públicas: Uma das consequências do projeto é a contribuição à formulação de políticas públicas. No contexto das políticas públicas é importante se avaliar quais são as tecnologias sociais portadoras de futuro que podem ser disseminadas nas comunidades rurais que sofrem e são ameaçadas por questões climáticas.

Desse modo, possíveis conhecimentos devem ser construídos coletivamente com participação social conforme um modelo do tipo Hélice Tripla que integre a sociedade, o governo e as instituições acadêmicas e de pesquisa.

Com base nas várias atividades desenvolvidas, nota-se que uma palavra-chave é  a redução dos impactos e construção de uma resiliência a desastres.

O projeto Construção sustentável e sustentabilidade no semiárido - CSSS visa contribuir para o desenvolvimento de estratégias de convívio com o semiárido. 

Julio Rezende procurou desenvolver várias iniciativas voltadas à capacitação da comunidade e diferentes públicos (estudantes, pesquisadores, agricultores).

A pesquisa tem contribuído para:

- o surgimento de novas tecnologias de construção civil e de ser um centro de referência sobre pesquisa em construção sustentável;

- pensar na capacitação/educação de pessoas relacionadas ao desenvolvimento de competências sobre sustentabilidade. Capacitou-se professores e alunos da rede municipal da Cidade de Caiçara do Rio do Vento (RN).

- integrar aquecimento global com habitabilidade;

- associar com agricultura orgânica e sustentável;

- associar com medidas de convívio com a seca;

- proporcionar a inclusão; e

- proporcionar a participação social através da valorização da voz dos participantes .

As várias ações demonstram que Julio Rezende conseguiu compartilhar conhecimentos e colaborar no desenvolvimento de competências sobre a gestão de resíduos, principalmente na região rural que sofre problemas especiais relacionados à coleta de resíduos nas propriedades rurais.

Considera-se que o desenvolvimento do programa Construção sustentável e sustentabilidade no semiárido - CSSS colaborou para o desenvolvimento de comportamentos que permitiram às comunidades capacitadas a lidarem melhor com possíveis problemas sociais, ambientais e econômicos advindos do aquecimento global.

As várias ações desenvolvidas no contexto da pesquisa lançam orientações para se conviver com o aquecimento global e haver a possibilidade de geração de riqueza. Uma das inovações desenvolvidas no contexto da propriedade rural foi ter sido desenvolvimento uma experiência de construção sustentável. Iniciativa que foi compartilhada com a comunidade, havendo assim um estímulo à formação de um espírito cooperativo e de empoderamento entre os membros da comunidade.

Área: Educação ambiental e reciclagem.

Público alvo: Comunidades rurais que não possuem locais adequados para a destinação de resíduos.

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Nayara Almeida da Silva

ZAPmenta

Sobre o Projeto: 

O ZAPmenta é um Podcast de WhatsApp que pauta questões climáticas e socioambientais no Brasil de forma lúdica e com conexões diretas a situações do dia a dia. Através de áudios de até 8 minutos, conectados à figurinhas, imagens e textos reflexivos e criativos, fomentamos o diálogo sobre clima e disseminamos fatos científicos em defesa do planeta e da sociedade - contornando as armadilhas das Fake News e dos discursos polarizados. Até o presente momento foram lançadas duas temporadas com 5 episódios/cada sobre florestas, eleições e mudanças climáticas, alcançando diretamente cerca de 200 pessoas e indiretamente 3.700 (por estimativa) de todos os estados brasileiros. O projeto foi executado através da ONG Engajamundo, dentro do edital “Isso não é uma Simulação”, promovido pela mesma, e contou com uma equipe de quatro jovens.

Área: Florestas, cidades, agroecologia, comunicação climática.

Público alvo: Pessoas das 5 regiões do Brasil, especialmente entre 18 e 25 anos que se interessam pela pauta socioambiental, especialmente a climática.

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 Fernanda Dibo de Oliveira

FLORESTA

Sobre o Projeto: 

O projeto FLORESTA se desenvolve a partir da produção de um curta documental sobre o Parque Nacional da Floresta da Tijuca, patrimônio histórico, ambiental e turístico da cidade do Rio de Janeiro, e que é considerada a maior floresta urbana reflorestada do mundo.

Filmado em 4k e com equipamentos de som e imagem de alta tecnologia, o documentário envolve o espectador através de uma linguagem audiovisual sensorial, mergulhando em sons, movimentos e cores da floresta que faz parte da vida de muitos cariocas. É através de personagens que possuem uma conexão especial com o Parque Nacional da Tijuca que vamos desvendar sua história, discutir o presente e refletir sobre o futuro do parque nacional mais visitado do país e que irá completar 60 anos em 2021.

 

Em 2020 o curta FLORESTA participou do II MOLA - Mostra Latino-americana de Arte e Educação Ambiental e do festival internacional de curtas My Rode Reel.

Área: Educação ambiental, sustentabilidade

Público alvo: Homens e mulheres de 12 a 70 anos, de todo o Brasil, interessados por temas como; história, meio ambiente, sustentabilidade, turismo/trilhas, vídeo, fotografia e documentários.

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Rafael Duarte

RECONECTA Podcast

Sobre o projeto:  

Apresentado por Rafael Duarte, jornalista, fotógrafo, documentarista e diretor criativo da Bambalaio, o RECONECTA Podcast se propõe a sensibilizar a sociedade sobre como ela está sendo impactada pela crise ambiental e climática, provocando reflexões sobre a conexão entre o ser humano e a natureza. Na primeira temporada, de dez episódios, Rafael Duarte convida especialistas, cientistas e comunicadores que irão contextualizar as questões ambientais com o bem-estar humano e apontar caminhos e soluções que possam levar a um planeta mais saudável, durável e sustentável. Assuntos como mudanças climáticas, desmatamento, biodiversidade, políticas públicas ambientais, mobilização da sociedade civil e economia sustentável estarão entre os temas dos programas. A iniciativa tem produção da Bambalaio, com roteiro, apresentação e edição de Rafael Duarte.

Participaram da primeira temporada do Reconecta personalidades com Aílton Krenak, Carlos Nobre, Bernardo Esteves, Paulina Chamorro, Yolanda Kakabadse, Washington Fajardo, Sergio Besserman, Alessandro Molon, entre outros.

Área: Jornalismo, Mídia, Educação Ambiental, Mudanças Climáticas, Meio Ambiente.

Público alvo: Brasileiros, jovens e adultos, que não necessariamente acompanham a pauta ambiental, mas buscam qualidade de vida.

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Renata Padilha

Eco Pelo Clima

Sobre o Projeto:  

O Eco Pelo Clima, núcleo estadual do Fridays For Future Brasil no RS, busca a justiça climática e o cumprimento do Acordo de Paris.

Área: Educação, ativismo, pressão política

Público alvo: Sociedade como um todo, jovens e líderes políticos.

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João Pedro Maciente Rocha

Manifesto Jovens Políticos

Pelo Clima

Sobre o Projeto: 

O manifesto Jovens Políticos pelo Clima é um manifesto climático suprapartidário, elaborado coletivamente por jovens lideranças e especialistas engajados na pauta do clima. Propomos uma reflexão e um chamado para ação coletiva frente à insustentabilidade do modelo de cidade que se tem produzido ao longo das últimas décadas no Brasil.

Área: Advocacy, Políticas Públicas, Governança climática, agroecologia, resíduos sólidos, educação e mobilidade urbana.

Público alvo: Políticos do Legislativo, Organizações do Terceiro Setor e Sociedade Civil.

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Vitória Longuinho Holz

10 anos da tragédia da Região Serrana do Rio de Janeiro: A maior tragédia climática do Brasil

Sobre o Projeto: 

Em dezembro de 2020, Felipe Sá e Vitória Holz (do coletivo Cicli - Pedalando pelo Clima) realizaram uma cicloviagem para cobrir os 10 anos da maior tragédia climática do Brasil (que aconteceu na Região Serrana do estado do Rio de Janeiro em 2011). A fim de tentar entender como chegamos até 2021 e os desafios que a região ainda possa enfrentar uma década após um evento sem precedentes no país, eles pedalaram mais de 100 quilômetros em 4 dias para escutar 3 pessoas que foram diretamente afetadas em contextos diferentes. A partir das experiências que viveram e dos registros que fizeram, criaram uma série documental para o Instagram, escreveram um relatório para fomentar a elaboração e a implementação de políticas públicas de qualidade que considerem a crise climática e um artigo que foi publicado na revista eletrônica EcoDebate.

Área: Ativismo climático, segurança alimentar, risco de desastres, migração humana, relocação de pessoas desabrigadas por desastres.

Público alvo: 

Como a crise climática afeta a todos, tentamos alcançar o maior público possível. Esse projeto possui 3 produtos principais. Registramos o público alvo de cada um deles a seguir:

Seguidores do Cicli - Pedalando pelo Clima no Instagram/Série documental para o Instagram;

Políticos eleitos ou em exercício/Relatório para fomentar a elaboração e a implementação de políticas públicas de qualidade que considerem a crise climática;

Audiência especializada/Artigo publicado na revista eletrônica EcoDebate.

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Natalia Tsuyama Cócolo

Sustentabilize-se

Sobre o Projeto: 

A Sustentabilize-se produz conteúdo gráfico e audiovisual relacionado às pautas da Agenda 2030 com intuito de difundir conhecimento climático. Tem 5 episódios de Podcast lançados e mais de 30 eventos produzidos em 2020, além de cerca de 10 eventos já realizados em 2021.

 

Em 2020 foi parceiro do TEDxSavassi na construção das Conferências sobre Clima e do Hackathon climático. Tem mais de 2000 seguidores no instagram e participação média de 50 pessoas por evento realizado.

 

Em 2021 está começando a firmar parcerias com empresas juniores para realização de treinamentos sobre os ODS nas universidades. Ademais, continua com a parceria para realização do TEDxSavassi Agenda 2030 e TEDxSavassi Countdown, além do Hackathon Climático de 2021.

Área: Educação, mobilização, consciência climática, promoção da Agenda 2030 e dos ODS.

Público alvo: Jovens graduandos ou recém graduados com interesse em pautas sustentáveis.

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Olivia Figueiredo de Castro Ainbinder e Anna Maria Cárcamo

Tá no Clima

Sobre o Projeto: 

A Tá no clima é uma iniciativa de mídias sociais criada por duas advogadas apaixonadas pelo tema de justiça socioambiental e climática, para comunicar sobre clima, meio ambiente, direitos humanos e sustentabilidade de maneira acessível. Surgiu da necessidade de alertar e engajar mais pessoas sobre os desafios locais e globais da crise climática. Muito mais que criar conteúdo, a ideia da iniciativa é contribuir para uma discussão mais ampla, compartilhando nossos conhecimentos a partir de estudos e experiências vividas e incluindo mais vozes nessa busca por soluções para esse nada fácil problema global. Desde que o perfil foi criado, em junho de 2020, o número de seguidores foi aumentando progressivamente. Logo nos primeiros meses atingimos 500 seguidores no Instagram, o que nos motivou a explorar mais sobre como atingir nosso público.

Área: Clima, meio ambiente, direitos humanos e sustentabilidade.

Público alvo: A Tá no Clima aborda o tema de clima de forma acessível, de modo a atingir os mais diversos públicos. Nosso objetivo é engajar cada vez mais pessoas.

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Caco de Paula

CADERNOS SESC DE CIDADANIA - Lixo:

menos é mais

Sobre o Projeto: Os Cadernos Sesc de Cidadania são publicados pelo SESC SP. Este, em especial destina-se a falar sobre OQUE ESTAMOS APRENDENDO COM O NOSSO LIXO. Traz reportagens com especialistas, fala dos dez anos do programa Lixo: Menos é Mais, entrevista com o cantor e ativista Lenine e participação muito especial com depoimentos de cooperados de cooperativas de triagem e reciclagem em São Paulo. O trabalho também aborda uma instalação do artista plástico Jaime Prades, que fez no Sesc Pompeia uma instalação com um barco encalhado em 6.000 garrafas de plástico. Vale a pena ver a s imagens.

Área: Jornalismo, produção de conhecimento e educação ambiental.

Público alvo: Público direto do SESC SP, que tem mais de um milhão de inscritos, através da revista impressa, da revista em seu formato digital (site SESC SP) e de uma live, em 30 de março, com as presenças do cantor, compositor e ativista Lenine; do artista plástico Jaime Prades e do ex-catador de lixo Sebastião Carlos dos Santos, Tião Santos, protagonista do documentário “Lixo Extraordinário”, produzido artista plástico Vik Muniz.

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Gabriel Chaves Barboza

Clima do Campo

Sobre o Projeto: 

A ideia do projeto é difundir conhecimento sobre as mudanças climáticas para os produtores rurais familiares de modo que com auxílio e as ferramentas certas, eles consigam fazer sua parte no combate à mudança do clima e ao mesmo tempo consigam trazer mais valor agregado aos seus produtos.

Área: Consumo Consciente

Público alvo: Agricultores rurais familiares

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Maria Fernanda Verdiani

Verdi | Hortas, Jardins Comestíveis e Sustentabilidade

Sobre o Projeto: 

A Verdi é uma empresa de jardinagem agroecológica e sustentabilidade.

nossa maior ambição é reconectar as pessoas à natureza e aos ciclos da terra, para gerar maior autonomia alimentar e hábitos sustentáveis!

 

Para isso, usamos princípios de paisagismo ecológico, agroecologia, permacultura e economia circular para ampliar o acesso a jardins comestíveis, hortas urbanas e soluções de sustentabilidade em pequenos espaços residenciais urbanos.

 

Ajudamos pessoas que vivem em centros urbanos e buscam alternativas mais saudáveis para a sua alimentação e suas vidas a se reconectarem aos processos da natureza e agirem como um elemento de regeneração do ambiente.

Área: Educação ambiental voltada para a promoção da agricultura regenerativa em ambiente urbano e a mudança de hábitos e rotinas dentro de casa nas áreas de alimentação, higiene, compras, limpeza da casa, resíduos e transporte

Público alvo: São pessoas que vivem em ambiente urbano e começam a ter consciência sobre a importância da mudança de hábitos e rotinas para a redução do seu impacto ambiental e pegada ecológica, mas ainda tem muitas dúvidas sobre como começar ou aprofundar sua transição.

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Maíra Azevedo

Fragmentação de territórios

e Justiça Climática

Sobre o Projeto: 

Cada comunidade, um olhar, uma história. Vivências e identidades que aproximam e constituem espaços territoriais integrados por ricas paisagens, gentes e suas águas. Quais os significados da ruptura violenta causada pelo modelo de urbanização e suas infraestruturas?

 

No contexto dos diálogos promovidos pela Convergência pelo Clima, o Movimento Jaguaribe Vivo se propôs a organizar uma roda de conversa virtual dialogando com mulheres que afirmam seus territórios, compartilham suas lutas e  aprendizagens, numa perspectiva de construção civilizatória antenada com um outro mundo possível. Pelas águas, pela coesão social, pelo direito a territórios saudáveis.

Área: Segurança Hídrica e Justiça Climática

Público alvo: Comunidades que atuam na defesa de seus territórios.

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Felipe Cerbella Mandarino

Monitoramento das Emissões

de Gases de Efeito Estufa

da Cidade do Rio de Janeiro

Sobre o Projeto: 

O projeto visa o monitoramento contínuo das emissões de GEE da cidade do Rio de Janeiro, através da realização de inventários anuais através da metodologia GPC Basic+, versão mais completa deste método que é reconhecido internacionalmente e adotado por organizações como C40 e CDP.

 

O projeto é executado e coordenado pelo Instituto Pereira Passos - IPP, em cooperação e com apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) e do Escritório de Planejamento da Secretaria Municipal de Fazenda e Planejamento (EPL/SMFP)


 

A primeira série de inventários foi publicada no início de 2019, cobrindo os anos de 2012 a 2017, em esforço único na América Latina, considerando a produção de uma série histórica de inventários com equipe própria do governo local. Atualmente estão sendo compilados os inventários para os anos de 2018 e 2019 e, ainda este ano, será iniciada a compilação do inventário de 2020.

 

Os dados resultantes têm sido de grande importância, tendo servido de base para todo o planejamento de ação climática da Prefeitura, com desenho de cenários de emissões até 2050, como também é um dos itens que permitiu ao Rio de Janeiro ser reconhecido como uma das 88 cidades da A-List global do CDP.

Área: Mitigação, monitoramento de emissões de GEE

Público alvo: Gestores e planejadores locais, sociedade civil, empresas

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Caiê Alonso

Rede Curitiba Climática - RECC

Sobre o Projeto: 

Somos um grupo de cidadãos e cidadãs impactadas pela crise climática na Região Metropolitana de Curitiba e engajadas à incidir na agenda de clima dos municípios da região, com o objetivo de tornar nossas cidades mais justas e sustentáveis.

Área: Sensibilização, mobilização, e influência na gestão pública ambiental focada nos problemas climáticos da Região Metropolitana de Curitiba. 

Público alvo: Toda a população da região.

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Maíra Azevedo

Cocriação e Curadoria da nona edição do Seminário Cidade Bem Tratada

Sobre o Projeto: 

O Seminário Cidade Bem Tratada, realizado anualmente desde 2012, promove o debate sobre gestão de RESÍDUOS SÓLIDOS, ÁGUAS e ENERGIAS RENOVÁVEIS enfocando políticas e práticas voltadas à sustentabilidade, especialmente, do ambiente urbanizado. Em 2020, buscamos uma abordagem integrada entre os temas, relacionando o seu impacto sobre a BIODIVERSIDADE, com a preocupação de fomentar o cuidado e a saúde ecossistêmica, que inclui a humanidade. Nesse ano que marcou ainda os DEZ ANOS de instituição da POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS, inspiração para a criação do seminário, trouxemos também ao debate a situação de sua implementação.

Área: Educação e comunicação - energias renováveis, águas e resíduos sólidos

Público alvo: Sociedade: gestores públicos, prestadores de serviços, agências de fomento, iniciativa privada, academia, movimentos populares, sindicatos, profissionais da área, estudantes e militantes de causas socioambientais

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Lourenço Queiroz Capriglione

Eco Eleições

Sobre o Projeto: 

A ação Eco Eleições surgiu para enfatizar a importância de eleger candidaturas comprometidas com a pauta climática nas Eleições Municipais Brasileiras de 2020 e fornecer ferramentas para ajudar os eleitores a escolherem seus candidatos. A partir de conversas com candidates ambientalistas e especialistas em políticas climáticas locais, construí, junto com Karin Rodrigues (do blog Por Favor Menos Lixo), um guia para ajudar os eleitores a entenderem o papel de prefeitos e vereadores, a composição atual da câmara das suas cidades, as principais pautas ambientais de responsabilidade municipal e ferramentas para apoiar a busca e a divulgação de eco candidates. Esse guia foi disponibilizado num Drive compartilhado junto com outros materiais gráficos. Mobilizando nossa rede de influenciadores digitais ambientalistas, conseguimos divulgar a ação para um grande público e estimular o debate sobre mudanças climáticas no contexto das eleições. Todos foram convidados a se tornarem embaixadores da ação. Em 3 semanas crescemos de 0 para mais de 1.400 seguidores no Instagram, organicamente. Além disso, organizamos o webinar "Papo Eco Eleições: Políticas Locais para um Clima Global", com a presença de 4 ativistas de regiões diferentes do Brasil. Nossas métricas de sucesso foram os dados de engajamento fornecidos pelo Instagram.

Área: Educação política; educação climática; advocacy ambiental. 

Público alvo: Eleitores conscientes dos desafios ambientais que estamos enfrentando e que utilizam o Instagram. 

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José Luiz Esteves

A Mudança Climática e seus impactos no Brasil: Quem vai pagar essa conta?

Sobre o Projeto: 

A princípio financiado pelo CNPq/MCTI. O projeto Ecolume do Instituto Agronômico de Pernambuco vem focando em adaptar e mitigar os efeitos das mudanças climáticas em regiões áridas e semi-áridas utilizando conhecimento científico sobre o Bioma Caatinga, e aplicando tecnologias alternativas de baixo carbono. O projeto também vem aplicando o conceito de economia circular, as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 das Nações Unidas em paralelo com o tratado de Paris. O projeto capacitou habitantes dessas regiões para saber aplicar tais tecnologias e conceitos em um futuro próximo, em que mais GREEN INVESTIMENTS, estão por vir. 

Área: Educação. Tríade Nexus da Segurança Hídrica, Alimentar e Energética. ODS. Economia Circular. Reflorestamento.

Público alvo: Populações de baixa renda vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas em regiões áridas e semiáridas.

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 Luana Santos de Souza

Visitas Remotas

Sobre o Projeto: 

Devido à pandemia do Covid-19, toda a estrutura de ensino, desde o nível básico ao superior, fazendo com que instituições fossem obrigadas a adaptarem-se à nova realidade. Perante a isto e conforme as medidas de distanciamento impostas, o projeto se propôs a criar parcerias com empresas que apresentassem seus processos e projetos internos voltados para a área ambiental, apresentando-os virtualmente, trazendo um dinamismo imersivo na demonstração de suas atividades. Desta forma objetivando oportunidades de conhecimento aos alunos de instituições de ensino técnico e superior, agregando a narrativa e vivência acadêmica.

Área: Educação ambiental

Público alvo: Alunos de escolas públicas e privadas do ensino médio, técnico e superior.

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Ananda Machado

Não ao Garimpo em

Terras Indígenas 

Sobre o Projeto: 

Fomos no Monumento ao garimpeiro e em frente ao palácio do governo do Estado com faixa gigante e camisetas dizendo não ao garimpo, mercúrio mata. Estamos com abaixo assinado no Avaaz. 

Área: Recursos Hídricos

Público alvo: Todos que descarbonários e os que lutam pela preservação da vida.

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Flora Würth Simon

Educando para as

Mudanças Climáticas

Sobre o Projeto: 

Basicamente utilizando as plataformas que eu já tenho acesso, Linkedin e Instagram, eu viso escrever sobre a pauta climática de uma forma mais acessível e que chame a atenção das pessoas, principalmente aquelas que não conhecem muito o assunto. Quero envolver audiências que se importam com a pauta mas não sabem como podem colaborar para fazer alguma mudança. Por isso, venho produzindo conteúdos no Linkedin e Instagram para atrair estas pessoas e abrir o diálogo. 

Área: Educação

Público alvo: Pessoas que não são da área tem tem muito conhecimento do tema, mas se preocupam com questões ambientais.

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Márcia Dementshuk

Altas temperaturas ameaçam corais na costa nordestina

Sobre o Projeto: 

A matéria jornalística enfoca um problema que está ocorrendo na maior parte dos ambientes de corais marinhos ao redor do mundo, inclusive na costa brasileira. Pesquisadores apontam como uma das causas o aquecimento global, por aumentar a temperatura dos oceanos. Através de entrevistas e dados é possível elaborar uma narrativa acessível para grande público.

Área: Nível de temperatura dos oceanos

Público alvo: O jornal impresso onde foi publicada é lido especialmente por gestores públicos do Estado da Paraíba, local onde  foi apurada a matéria. Pessoas com mais de 60 anos que preferem consumir notícias pelos impressos. A matéria online permite o compartilhamento e o acesso sem limites. A partir da Internet a matéria é acessível a qualquer pessoa interessada.

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Joyce Penagos Mendez

Conferência Latino-Americana de Energia para estudantes/ Latin American Student Energy Summit - LASES

Sobre o Projeto: 

O Latin American Student Energy Summit é a plataforma que reunirá e inspirará milhares de pessoas a discutir e projetar a transição energética na América Latina e no Caribe. Nosso objetivo é inspirar os agentes de mudança de hoje a trabalhar junto com os jovens e, assim, começar a projetar um futuro sustentável, inclusivo e justo para todas as pessoas. De 16 a 19 de agosto de 2021, todos os interessados ​​terão a oportunidade de participar de uma série de palestras, debates, conferências e workshops por acadêmicos, políticos, empresários, jovens agentes de mudança e muito mais.

Área: Educação - transição energética

Público alvo: Juventude (15-35 anos) latino-americana e do Caribe. 

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Osmar Bambini

Um Grau e Meio - Inteligência a serviço da redução das emissões de CO2 originadas por incêndios florestais

Sobre o Projeto: 

Desenvolvemos um sistema inteligente que reduz emissões de CO2 através de um sistema integrado de enfrentamento a incêndios florestais que opera em tempo real, detecta focos de incêndio de maneira automática e reduz o tempo de resposta e combate, reduzindo perdas e consequente emissões.

Área: Incêndios Florestais

Público alvo: Toda empresa e grupo que precisa proteger áreas florestais e agrícolas próprias, ou áreas de proteção e compensação públicas geridos por empresas privadas e tem objetivos e metas para reduzir e reportar emissões de suas operações.

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Fernanda Matos

Retratos de Governanças

das Águas no Brasil

Sobre o Projeto: 

Para a realização da pesquisa adotou-se a abordagem quantitativa e qualitativa de caráter descritivo, tendo sido coletados dados primários e secundários. As fontes primárias foram obtidas nos questionários de pesquisas com questões fechadas e espaços para inserção de apontamentos. Os dados secundários foram obtidos de publicações relacionadas à legislação estadual e ao funcionamento dos comitês de bacias.

 

Fases: i) realizado o levantamento do quantitativo de comitês bacia: 223 estaduais e 10 federais; ii) o quantitativo de membros em cada um deles para avaliação da amostra de respostas obtidas; iii) análise das respostas recebidas para exclusão das duplicidades e as incongruentes; iv) produção dos estudos de devolutiva por Estado.

Área: Recursos Hídricos

Público alvo: Membros de comitês de bacia, estudantes de graduação, pesquisadores, órgãos gestores no estaduais e federal relacionados à gestão das águas.

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João Pedro Maciente Rocha

Nossa Horta

Sobre o Projeto: 

Criamos uma horta e uma composteira comunitária na associação de moradores do bairro de Vargem Grande para servir como modelo educativo para a produção de alimentos e promoção da compostagem pelos moradores da região. Uma metodologia de gestão e manutenção do espaço foi desenvolvida e é compartilhada com os moradores. O projeto deu tão certo que 2 condomínios já replicaram a iniciativa e parte da produção de alimentos é doada para projetos de distribuição de alimentos para pessoas em maior vulnerabilidade social.

Área: agroecologia e compostagem

Público alvo: Moradores de Vargem Grande, Vargem Pequena e Recreio dos Bandeirantes.

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Evelyn Araripe

Dia do Profissional do Clima - DPC

Sobre o Projeto:  O Dia do Profissional do Clima, celebrado em 24 de Novembro, é uma iniciativa do Youth Climate Leaders (YCL) para mobilizar seus Hubs locais, YCL fellows, parceiros e mentores para criar um momento de reflexão sobre a interdisciplinaridade das mudanças climáticas, sua urgência e importância de ser trabalhada nas mais variadas profissões e setores da sociedade. Também é uma oportunidade para sensibilizar jovens em início de carreira, ou pessoas em transição de carreira, para como as mudanças climáticas podem abrir oportunidades de trabalho e emprego conectadas com os desafios do século 21, como por exemplo, transição energética, segurança alimentar, gestão de desastres e danos, turismo sustentável, entre outros. Na primeira edição, em 2020, foram mobilizados 5 mil participantes em todo o mundo que participaram de mais de 70 eventos promovidos por mais de 100 parceiros durante 24 horas. Também foram divulgadas mais de 500 oportunidades de trabalho em todo o mundo buscando, assim, catalisar a ação climática e combater o desemprego por meio da apresentação e oferta concreta de oportunidades profissionais na área. O futuro do trabalho já chegou, e ele é verde e colaborativo!

Área: Educação, Engajamento, Formação de Lideranças

Público alvo: Adolescentes estudantes do Ensino Médio em fase de decisão sobre carreira; jovens estudantes universitários ou recém-formados buscando informações sobre carreiras e o futuro do trabalho; adultos em fase de transição de carreira em busca de novas oportunidades profissionais conectadas com a agenda climática. Organizações que contratam profissionais para projetos ligados à mudança do clima e sustentabilidade.

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Anna Maria Carrapito

Evento Clean Up The World 2021

Sobre o Projeto: 

O evento Clean Up The World acontece em mais de 125 países mobilizando cerca de 35 milhões de pessoas em todo o globo. Tornei-me membro do Clean Up The World em 2003; e em seguida criei uma agenda anual de 04 eventos socioambientais de limpeza de praias, rios, lagos e lagoas no Brasil. Já realizamos também este evento em Santiago do Chile, Chile.

O Clean Up The World é o maior evento de nossa agenda de ações.

Toneladas de microlixo foram retiradas da natureza; evitando a mortandade da fauna marinha e mitigando doenças em seres humanos.

Área: Educação, sustentabilidade e reciclagem

Público alvo: Crianças de cinco anos para cima; até a terceira idade (cerca de 80 anos).

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Tatiana Peres de Assis Maia

Ambientalizze-se

Sobre o Projeto: 

O projeto surgiu com a intenção de levar educação ambiental de uma forma inclusiva, principalmente aos jovens, que muito utilizam as redes sociais. Os posts tem linguagem fácil e informações sobre aspectos muitas vezes desconhecidos pelo público em geral.

Área: O meu projeto abrange a educação ambiental com foco nas redes sociais

Público alvo: Pessoas que usam redes sociais, no caso Instagram

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Gabriel Chaves Barboza

Orma Auto

Sobre o Projeto: Orma Auto é uma calculadora de emissões que visa calcular o impacto das mudanças do clima a partir do uso de veículos. Além disso, a Orma Auto acredita que um engajamento online é uma forma de fomentar a conscientização da mudança do clima e mobilizar as pessoas para começarem a agir!

Área: Mobilização e ação climática

Público alvo: Donos de veículos no Brasil

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Fernando Beltrame

Economia Circular: Compostagem e Horta Local

Sobre o Projeto: 

O projeto surgiu do sonho de diretores, professores, alunos e todos da Escola Estadual Fernão Dias Paes (Fernão), localizada no bairro de Pinheiros em São Paulo, bem como do Grupo de Voluntários, Coletivo Pinheiros, moradores e a Campanha Sou Resíduo em desenvolver um projeto que trabalhasse questões ambientais, sociais e cooperativo com os alunos, abrindo novas oportunidades e integração deles com o bairro. O projeto consiste em engajar os alunos e prestar o serviço de coleta e compostagem dos resíduos orgânicos de moradores e comércio do entorno. Além disso, proporcionar bolsa para alunos, oficinas e horta na escola.

Área: Educação, redução de emissões de CO2, captura e aterramento de carbono, reciclagem de resíduo orgânico / compostagem, segurança alimentar, geração de emprego e renda, regeneração da natureza e longevidade de aterro sanitário

Público alvo: Estudantes, comércio local e moradores.

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Luiz Duarte Rocha

SAVE THE PLANET PROJECT 

Sobre o Projeto: 

No dia primeiro de Junho de 2020, dia de abertura da Semana Mundial do Meio Ambiente, aconteceu o lançamento internacional da série SAVE THE PLANET PROJECT – uma série de curtas-metragens de linguagem nonsense, do absurdo, e não realista, inspirada francamente no Monty Python. Com o uso dessa linguagem e metáforas do absurdo, todos os filmes da série terão entre 3 a 5 minutos, e a ideia de apostar nessa linguagem, foi tentar impactar espectadores “fora da bolha” – ou seja, espectadores que normalmente são completamente alheios aos produtos e informações relacionados aos problemas do Planeta, do meio ambiente, e do aquecimento global x mudanças climáticas. . 

 

No primeiro filme THE ASS (A Bunda), é usada uma bunda feminina para fazer uma metáfora com o próprio Planeta Terra, expondo nessa correlação metafórica a postura machista e autoritária, de posse, de disputas, e de abuso de recursos, num discurso onde o personagem principal (meio Zé do Caixão) defende a sua preservação. 

 

SAVE THE PLANET PROJECT - é a tentativa de começar a fazer uma série de reflexões principalmente para aqueles que não se importam com os problemas do planeta, e assim conseguir ampliar muito mais a divulgação desses problemas. 

Área: EDUCAÇÃO (Proteção da Terra e da vida e seu clima, através da luta contra as emissões de gases de efeito estufa, e paralelamente a descarbonização da atmosfera)

Público alvo: Todos aqueles que estão "fora da bolha" das discussões ambientais, focando nos que são mais avessos a receber qualquer tipo de informação ou questionamento.

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Stella Melgaço de Oliveira Pinto

Liderança climática

nas Eleições 2020

Sobre o Projeto: 

O projeto consistiu em três etapas: A primeira foi a realização do levantamento dos pontos importantes dos planos de governo em relação às mudanças climáticas e aos eventos extremos dos dez candidatos mais bem colocados nas pesquisas. Em seguida, foi elaborada uma carta modelo para envio aos candidatos. Por fim, fizemos a divulgação do levantamento, da carta e dos documentos com os planos dos candidatos por meio do perfil @liderancaclimatica no Instagram, e por compartilhamento no WhatsApp.

Área: O projeto tem caráter interdisciplinar, atuando principalmente em três áreas: comunicação, educação e advocacy.

Público alvo: Eleitores do município do Rio de Janeiro.

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Larissa de Paula de Albuquerque Correa

Uniclima

Sobre o Projeto: 

Percebendo a urgência de ação que a mudança do clima demanda, principalmente por possuir uma série de consequências interligadas a problemas recorrentes da sociedade global, criamos a organização UNICLIMA, buscando promover e acelerar a sustentabilidade dentro da PUC Minas. Nossa inspiração surgiu com o Climate Students Movement, iniciativa sueca que tem o objetivo de fortalecer redes de estudantes que trabalham para impulsionar as instituições de ensino superior a se tornarem lideranças climáticas e dar o exemplo, pondo em prática aquilo que ensinam. Dito isso, nosso propósito primário é redigir e encaminhar uma carta para o corpo diretor da PUC, compelindo-o a firmar um compromisso de agir em vários escopos, como energia e alimentação, reconhecendo-se como um ator local extremamente relevante no combate a crise climática e vendo o cenário como um oportunidade de recuperação e regeneração pós COVID19. Além das cartas, estamos organizando a criação de um Observatório Internacional com o foco nas ODS.

Nosso projeto, atualmente, tem uma equipe de 10 pessoas, e estamos planejando implementar a carta. 

Área: Educação, reciclagem e implementação medidas sustentáveis

Público alvo: A nossa universidade, todo o corpo docente e os alunos. 

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Larisse Faroni-Perez

Instituto Geração Oceano X.  É uma organização da sociedade Civil - OSC, e que foi criado no dia mundial do oceano, 8 de junho de 2020.

Sobre o Projeto: 

O Instituto Geração Oceano X é um hub de inovação, excelência e sustentabilidade que propaga saberes, conecta e empodera pessoas e setores, fomenta inovação, promove governança e acelera soluções.

Compreender as crises atuais (do oceano, climática, da biodiversidade, social, racial, sanitária, econômica e ambiental) e promover de forma inovadora e inclusiva a transformação e mudança de paradigma possibilitando a oferta de soluções baseadas na natureza gerando impactos positivos, é o conjunto de motivos que alicerça a idealização e fundação do GOX.

O momento atual é crítico, delicado, de inflexão a favor da integração multisetorial por soluções transdisciplinares escalonáveis e, de extrema importância para a consolidação desse Instituto audacioso. 

 

As integrantes do GOX têm como lema "podemos começar nossa iniciativa do zero e ter impacto exponencial". Nossa base estrategicamente planejada, estruturada e guiada têm potencial para resultados promissores e amplificação de alcances. Nossas soluções são efetivas porque trabalhamos como um hub de maneira conjunta, sistêmica e embasada no conhecimento. Desafiamos vencer, de modo inovador e eficiente, a ausência de difusão da cultura oceânica, educação climática, da ciência e de interconexão efetiva entre stakeholders. 

Nosso modelo de trabalho fomenta a consciência e inteligência coletiva para obter mudanças sustentáveis. As ações do GOX são pensadas para serem aplicadas em todos os níveis: individual, comunitário, empresarial, institucional, local, regional, nacional, internacional, e futuramente, intergovernamental. Nossa visão é canalizar forças para garantir que iniciativas locais façam parte de um movimento global. 

 

É por isso que GOX é inclusivo, treina e capacita pessoas, empresas, instituições e governos para serem "amigos do oceano e clima", e se comprometerem voluntariamente com ações para fazer a diferença no agora, objetivando um presente melhor e futuro promissor.

A difusão da cidadania coletiva e consciente forma uma massa crítica, capaz de conduzir a transição justa a todas as partes envolvidas, sendo necessária para um planeta saudável e sustentável.

A garantia de que ninguém gosta de se banhar em um mar poluído, de pegar um peixe morto ou plástico para comer, ou mesmo de não ter ar puro para respirar, água potável para beber, vivenciar catástrofes resultantes das mudanças climáticas e constatar a desigualdade social, injustiça socioambiental e racismo ambiental nos dá toda a certeza e convicção que a sociedade, em qualquer nível ou esfera, deseja um oceano, e planeta, saudável e sustentável, apenas porque isso se reflete no seu bem-estar. Além disso, a responsabilidade social e corporativa e a justiça precisam de campanhas de advocacy com conhecimento científico de alto impacto, e o GOX as promoverá por meio da sensibilização e comunicação assertiva. É por essa esteira que GOX irá acelerar soluções ao longo da Década do Oceano, Década da Restauração e Década da Ação.

Área: Agenda 2030, cultura oceânica, educação climática, justiça socioambiental, serviços ecossistêmicos, restauração e regeneração de ecossistemas, recursos hídricos, consumo sustentável, reutilização e reciclagem de materiais, comunidades locais, igualdade de gênero, mobilização e sensibilização de recursos humanos, ESG, neutralização de carbono e baixa emissão de gases de efeito estufa, poluentes e contaminação ambiental, governança, advocacy, e políticas públicas.

Público alvo:

Para problemas complexos, as soluções quando planejadas e bem estruturadas podem também abranger complexidade, sempre visando resultados positivos de impacto com efetividade, eficácia e eficiência. GOX entende que para alcançar a saúde e sustentabilidade do oceano,  que é o coração do clima e da vida no planeta, o público alvo é o conjunto de beneficiários, usufruidores, geradores e receptores de impactos, e fiscalizadores e reguladores das atividades humanas. Portanto, o público alvo engloba todas as pessoas de todos os povos e idades, os setores produtivo e de consumo, os Três Poderes e o Ministério Público.

 

No entanto, GOX compreende que para obtenção de melhores resultados ao longo do tempo e impactos, a abordagem e ação proposta para cada público alvo precisa ser modelada considerando as diferentes realidades. Além disso, GOX entende que é preciso sim acelerar soluções, respeitando o período de tempo conforme o gradiente de crescimento do Instituto.

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José Luiz Esteves

A key reflection for Climate Leaders in Brazil: The poorest don’t have to pay the cost of the climate change impacts!

Sobre o Projeto: 

Trazer a tona, de forma simples, a reflexão sobre o custo das mudanças climáticas recair verdadeiramente sobre os mais pobres. Artigo publicado no WildHub Community UK.

Área: Educação

Público alvo: Climate Leaders

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Luana Ferreira

Pantanal, à voz das mulheres

Sobre o Projeto: 

2020 - ano em que o Pantanal enfrentou sua pior crise em mais de 2 décadas, em função de desmatamentos e queimadas. Estima-se que mais de 1 milhão de pessoas vivem na região e estão sendo impactadas pela transformação do bioma. Para chamar atenção de diferentes pessoas, instituições e empresas sobre o local, fomos entender, num projeto de escuta e criação de conteúdo, como as mulheres, moradoras locais, percebem as mudanças na região e como suas vidas foram/são impactadas.

Área: Recursos Hídricos e Desenvolvimento de Mulheres

Público alvo: Mulheres pantaneiras - sociedade.

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Maíra Azevedo

Salve o Rio Jaguaribe

Sobre o Projeto: 

A página foi criada como estratégia de mobilização para questionamento da contratação do projeto de macrodrenagem do Rio Jaguaribe (e seus efluentes) baseado numa concepção de retificação e canalização de seu leito. A mobilização resultou em manifestações de rua, provocação de audiências e reuniões com tomadores de decisão, ações na justiça, desdobrando-se num amplo processo de discussão sobre as águas de Salvador, continuado mesmo com o licenciamento e execução das obras. O projeto ainda não foi finalizado e a página segue informando à população sobre o andamento das intervenções e suas consequências, além de subsidiar  a provocação de novas audiências sobre o tema, como a que já está agendada para acontecer no próximo dia 18/03/2021, numa iniciativa conjunta do Movimento Jaguaribe Vivo e da Frente Parlamentar Ambiental do Estado da Bahia. 

Área: Águas e adaptação

Público alvo: Sociedade soteropolitana e tomadores de decisão.

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Juliana Baladelli Ribeiro

CIDADES BASEADAS NA NATUREZA: INFRAESTRUTURA NATURAL PARA RESILIÊNCIA URBANA

Sobre o Projeto: 

Produzimos um material com informações relevantes sobre os impactos da mudança do clima em cidades, possíveis soluções baseadas na natureza, cases de sucesso que podem ser replicados, plataformas de conhecimento que trazem informações adicionais, e um call to action para o setor público e privado. este material foi lançado no Dia Mundial das Cidades, atingindo um grande público, e está disponível na página da Fundação Grupo Boticário e nas redes sociais.

Área: A iniciativa envolve a utilização de Soluções baseadas na Natureza para aumentar a resiliência das cidades, assim como de seus habitantes e negócios, em relação aos impactos da mudança do clima. 

Público alvo: Gestores públicos e tomadores de decisão, assim como a sociedade (disseminação da informação e formação de opinião).

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Douglas Giglioti

Movimento Escolas Pelo Clima

Sobre o Projeto: 

O Movimento Escolas pelo Clima é uma comunidade de escolas comprometidas com sua função formativa na busca soluções para a crise climática e visa um mundo onde todos os estudantes sejam capazes de agir na busca de soluções para o tema.

 

Para isso conectamos educadores, disponibilizamos curadoria em conteúdo de educação climática e damos visibilidade para escolas comprometidas com a temática em uma comunidade de troca e inspiração e em contrapartida a instituição de ensino deve assinar um compromisso público em trabalhar a crise climática em pelo menos uma atividade com alunos e professores durante o ano letivo. 

 

Como resultado, lançado em outubro de 2020, o Movimento já tornou-se a maior comunidade de escolas comprometidas com a pauta climática do Brasil, alcançando o número de 116 escolas signatárias, somando mais de 89.000 estudantes e 13.000 educadores de 14 estados diferentes e de todas as regiões do Brasil!

Área: Educação

Público alvo: Alunos e educadores de escolas de educação básica de todo o país.

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André Luiz Lopes Toledo

The Role of National Energy Policies and Life Cycle Emissions of PV Systems in Reducing Global Net Emissions of Greenhouse Gases

Sobre o Projeto: 

O setor de energia e, em particular, a geração de eletricidade, é responsável por grande parte das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE). A geração mundial de eletricidade ainda é amplamente baseada na queima de combustíveis fósseis. No entanto, o Brasil já tem uma intensidade de carbono de eletricidade muito baixa devido à grande capacidade hidrelétrica do país. Em países com baixa intensidade de carbono na rede, como o Brasil, o investimento em sistemas solares fotovoltaicos (PVSS), mesmo que seja econômico, pode se tornar um desafio, pois qualquer nova geração compete essencialmente com outra geração renovável e a compensação de carbono não é um fator chave para investimento. Este estudo baseia-se nesse caso para examinar se os incentivos nacionais de energia renovável poderiam realmente levar a um aumento das emissões líquidas de carbono globais da instalação de PVSS em países com baixa intensidade de carbono na rede. O estudo apresenta uma análise do ciclo de vida (LCA) de dez sistemas fotovoltaicos representativos das diferentes condições operacionais em regiões do Brasil. Verificou-se que o tempo médio de retorno de energia das usinas fotovoltaicas estudadas está entre 3 e 5 anos de operação. Esse resultado mostra a viabilidade e viabilidade de tais investimentos no contexto brasileiro. Porém, quando a LCA foi integrada à análise, os resultados mostraram que a prevenção de emissões diretas "locais" de duas entre dez usinas fotovoltaicas estudadas não conseguiria compensar suas emissões "globais" do ciclo de vida devido ao fator de emissão da rede brasileira projetado para 2020 que já está baixo. É importante reconhecer que políticas públicas de estímulo irrestrito e incondicional ao investimento em sistemas fotovoltaicos podem não contribuir para a redução das emissões líquidas globais quando os sistemas fotovoltaicos são instalados em países com matriz elétrica de baixa emissão de carbono. Isso também é algo a se considerar para outros países, pois a intensidade de carbono de suas redes começará a reduzir em níveis semelhantes aos do Brasil. É provável que em um futuro próximo, a compensação de carbono líquida real alcançada por sistemas fotovoltaicos em nível global será amplamente definida pelos procedimentos de fabricação e a intensidade de carbono da produção no país de origem dos painéis fotovoltaicos.

Área: Energia

Público alvo: Comunidade científica e elaboradores de políticas públicas.

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Márcia Dementshuk

Caatinga diminui o efeito das mudanças climáticas Compartilhar no Facebook

Tweet publicado: 24/07/2020 18h18, última modificação: 27/07/2020 12h05

Sobre o Projeto: 

Matéria jornalística com base em pesquisa científica publicada em periódico internacional especializado: "Pode não parecer, mas a vegetação preservada da Caatinga absorve o CO2 da atmosfera com mais eficiência do que outras matas. Tal serviço ambiental ajuda a diminuir o efeito estufa e, por consequência, influencia de maneira positiva para mitigar as mudanças climáticas. A afirmação é comprovada por pesquisa científica feita no Semiárido, publicada em junho deste ano. A escassez de água na região é tanta quanto a ausência de pesquisas, embora cada resultado surpreenda e revele a importância de um lugar onde vivem mais de 27 milhões de pessoas em 1.262 municípios (MDR 2019)."

Área: Desertificação; preservação; redução do carbono.

Público alvo: A sociedade em geral. O material na internet é acessível ilimitadamente e o jornal impresso atinge a classe política, gestores públicos e permanece como documento em acervo histórico.

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Laura de Morais Andrade Coutinho

TEDx Savassi Countdown 2020

Sobre o Projeto: 

Em 10 de outubro de 2020, hospedamos um evento virtual para ouvir os principais pensadores e realizadores brasileiros e internacionais sobre como pode ser um futuro saudável, abundante e com emissões zero; exemplos emocionantes de progresso real em andamento; e razões poderosas pelas quais este momento pós-crise é a hora de agir.

Área: Energia, transportes, materiais, alimentação e natureza

Público alvo: Pessoas que falam português

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